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URMES EXPRESS EDIÇÃO Nº 37

Meningites
A prevenção é a melhor aliada

A meningite certamente está entre as doenças infecciosas mais temidas, mesmo quando não há surtos, como é o caso agora, felizmente. A meningite viral é o tipo mais comum e, na maioria das vezes, é benigna. Contudo, basta um único registro de meningite bacteriana meningocócica para alarmar pais e escolas. Isso ocorre porque essa forma da doença é capaz provocar o óbito apenas 24 horas após o início dos sintomas. Um a cada cinco infectados não consegue resistir e dentre os que sobrevivem, de 10% a 20% ficam com sequelas neurológicas e outras, como membros amputados e surdez.

Nas escolas em que há um registro de meningite é comum que pais fiquem alarmados e até exijam a adoção de medidas que nem sempre são cabíveis, como a suspensão das aulas, por exemplo. Reações assim decorrem principalmente de dois fatores: medo da letalidade da doença e falta de informação. Por essa razão, é tão importante o empenho na disseminação de informações corretas, seja por meio de circulares ou palestras. Um cuidado que ajuda a prevenir pânico e que pode impactar positivamente a prevenção.

E por falar em prevenção, é importante lembrar que a forma mais eficiente de evitar as meningites bacterianas é estar com a vacinação em dia, cuidado que vale para pessoas de todas as idades. Atualmente, dispomos de vacinas para as meningites causadas pelas bactérias pneumococo, haemophilus e meningococos A, C, W e Y. Os imunizantes contra o pneumococo, o haemophilus e o meningococo tipo C são oferecidos gratuitamente a crianças com até 2 anos de idade. Já a vacina quadrivalente contra os meningococos A, C, W e Y para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos passou a ser disponibilizada recentemente nas clínicas privadas de vacinação.

“O empenho na disseminação de informações corretas ajuda a prevenir pânico e pode impactar positivamente a prevenção”

Crianças e adolescentes que receberam a última dose da vacina meningocócica há mais de cinco anos podem ter perdido a proteção, em função da diminuição de anticorpos que ocorre naturalmente. Por esta razão, as sociedades brasileiras de Imunizações (SBIm) e de Pediatria (SBP) recomendam reforços com a vacina Meningocócica Conjugada Quadrivalente (ACWY) aos 5 e aos 11 anos de idade. E os adultos também devem se beneficiar dessa proteção.

E lembre-se: se ocorrer um caso de meningite na sua escola ou comunidade, solicite ao médico que faça a notificação aos órgãos de saúde para que se possa atuar de forma mais efetiva no controle de novos casos. E, em caso de dúvidas ou se precisar de orientação, não deixe de consultar a Urmes.


Isabella Ballalai
CRM-RJ 52-48039/5
Diretora-médica da Urmes

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