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DICAS URMES - MEDICINA E SEGURANÇA

ESTRESSE NA INFÂNCIA

Chegou o tempo em que, infelizmente, podemos dizer que o estresse não é mais um mal que atinge somente os adultos. Cada vez mais, aumenta o número de crianças que apresenta este quadro de estresse infantil.

A insônia, a falta de concentração nos estudos, o aumento da agressividade, oscilações de humor, podem ser, entre outros, indicativos de estresse, na infância. Podemos pensar em muitos fatores estressores, tais como: morte em família, separação dos pais, mudanças constantes na vida da criança (casa, escola...); mas, o que mais tem chamado atenção é o excesso de atividades extra-escolares na vida da criança.

Atualmente, podemos confundir a agenda de uma criança com a de um adulto. Os horários a serem cumpridos das aulas de inglês, natação, informática, balet, entre outras, assemelham-se ao corrido dia-a-dia de um empresário.

Podemos refletir sobre esta estranha necessidade que temos de nos ocupar sempre de alguma atividade, não deixando nunca espaço para o “estar à toa”. É necessário prestarmos atenção ao nosso ritmo, às nossas reais necessidades. Será que não estamos passando estes conceitos, este modo de funcionamento “acelerado” de uma forma tão automática para os nossos filhos, que nem nos apercebemos disto?

Muitos pais, por terem receio em deixar a criança muito tempo “à toa”, começam a superlotar o dia da criança com atividades que, muitas vezes, não correspondem às reais necessidades desta.

Qual o espaço que é dado, atualmente, à criança para que ela ocupe sua agenda com coisas de criança? O pouco tempo destinado a brincadeiras de faz-de-conta e fantasia pode contribuir para uma vida menos criativa e mais estressante para a criança. Através da brincadeira, a criança obtém prazer, além de ter oportunidade para elaborar suas vivências e adquirir experiências novas; elaborando, também, conflitos e dificuldades.

Substituir o espaço do brincar e do “ficar à toa” pelo excesso de atividades extra-escolares pode estar indo de encontro às necessidades dos pais e não da própria criança, restando a esta “dar conta” da tarefa, muitas vezes, para não frustrar ou desapontar os pais.

É preciso saber dosar a quantidade dessas atividades, ouvindo e atendendo às reais necessidades dos filhos; lembrando, sempre, que a criança terá, pela frente, toda uma vida adulta para, aí sim, ocupar sua agenda como gente grande.

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