A Mais de 40 anos
cuidando do seu
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DICAS URMES - MEDICINA E SEGURANÇA

APRENDENDO A DAR LIMITES

Desde que nascemos vamos aprendendo noções de limites. Quando a criança nasce ela começa a fazer parte de uma rotina específica daquela família; na organização de sua alimentação por exemplo a criança vai aprender a organizar seus horários com a rotina familiar.

Isto pode ser observado em todos os aspectos da educação infantil. Desde que nasce, portanto o bebê já está sendo trabalhado com relação aos limites e regras de seu meio social. A existência de uma rotina organizada para a criança educa-a a distinguir os momentos em que ela pode ou não fazer uma coisa ou outra. A organização do espaço físico e do tempo da criança facilita com que ela possa entender os limites e desenvolver autonomia, aprendendo a agir no mundo de forma a buscar um equilíbrio entre o que ela quer fazer e as regras sociais.

É importante, no entanto, estarmos atentos a como trabalhar estas regras de acordo com cada faixa etária, sendo interessante que ela receba o limite de acordo com sua idade. A forma como se explica o “não” irá mudar conforme o seu desenvolvimento emocional e intelectual. De acordo com o seu desenvolvimento, a criança poderá aumentar a sua capacidade para compreender quais são as conseqüências do que ela faz. Portanto, o fato de ela saber qual é o seu limite vai fazendo com que se torne cada vez mais responsável pelo que faz.

O “mexe- mexe” quando começam a andar:
Quando a criança começa a andar, ela está desenvolvendo mais e mais a sua autonomia, a sensação de ser o “dono do mundo” e consequentemente poder tudo, está muito presente. Porém é preciso pontuar para a criança que não dá para ela mexer em alguns objetos, pelo menos agora, que não sabe utilizá-los. Deixar definido claramente o que pode e o que não pode ser mexido é importante neste momento. Tirar do alcance dela objetos que podem constituir um problema pode ajudar. Crianças muito pequenas, com menos de 3 anos, não respondem muito bem a longas conversas e explicações, elas ainda não conseguem entender isso com a mesma clareza de uma criança de 4 ou 5 anos. Uma mensagem curta e clara pode ser mais eficiente.

A criança que bate:
O bater pode começar como uma brincadeira. Porém aos poucos a criança pode perceber que pode machucar o outro, e que ela pode ameaçar o outro quando este não faz o que ela quer, na hora que ela quer. É importante ensinar a criança que ela não pode bater ; e que isso não será permitido pelo adulto. Quando as crianças são maiores podemos explicar a elas que entendemos a sua raiva só que ela terá que achar um outro meio de lidar com sua emoção.

Na creche o educador também deve colocar limites, não deixando a criança bater nele. Uma forma é explicar para ela que: “ Assim como eu não bato em você, você também não vai bater em mim”. É preciso que pais e educadores conversem e tentem juntos uma unidade de educação junto à criança, evitando que situações do tipo: a criança bater nos pais, e a educadora não deixar bater na creche, ou vice - versa não tornem-se comum.

Choros e ataques:
É natural a criança fazer birra e chorar quando não consegue o que quer. O problema está quando ela só consegue se comunicar e se comportar desta forma.

Geralmente a criança faz birra quando é frustrada em algum momento. Não existe uma forma única para lidar com isso. Geralmente o adulto fica nervoso com esta situação, porém se puderem observar bem a situação, conseguirão descobrir o que fazer. Dependendo da situação, e isso irá depender muito da percepção e sensibilidade do adulto, eles podem não dar tanta atenção no momento e esperar a criança se acalmar; outras vezes a criança pode estar precisando de conforto, como um colo ou um abraço forte, sem atrelar isto a mudança de decisão do adulto quanto a sua atitude ( é preciso que isso fique claro para a criança).

Com o tempo, conforme a criança vai adquirindo a capacidade de se expressar melhor ( e sendo dada esta oportunidade a criança), ela não precisará fazer mais birra. A conversa e a negociação vão se tornando algo mais usual para a criança.

A sensibilidade para perceber cada criança e cada situação diferenciada é o mais importante. Sensibilidade para poder entender o que cada criança está querendo dizer com aquele determinado comportamento, e o que ela é capaz de entender com os limites dados pelos adultos.

 

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