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DICAS URMES - MEDICINA E SEGURANÇA

CONSTRUINDO REGRAS NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO

Qual o educador que nunca se encontrou no meio de uma classe, onde as crianças atropelam-se umas às outras no falar, todas solicitando o professor ao mesmo tempo; desatentas, que se distraem com tudo ao invés de se concentrar na tarefa proposta; crianças que não param quietas, um só minuto?

Para trabalharmos a questão da disciplina, com crianças em creches e pré escolas devemos observar as faixas etárias das mesmas, as suas capacidades, tendo em mente também a forma como iremos organizar as atividades, para que elas tenham maior participação e dêem mais atenção às atividades desenvolvidas.

Crianças muito pequenas (de 0 a 3 anos, principalmente) não conseguem ficar muito tempo paradas, ouvindo longas explicações dos adultos, ou esperando durante longo tempo para receber o material com que vão trabalhar. Por isso, organizar as atividades é a melhor solução.

É preciso que o educador já esteja com tudo preparado, antes de propor qualquer atividade e que esta seja organizada levando-se em conta o seu tempo de duração. É importante que o ambiente em que irá trabalhar com aquele grupo de crianças seja um meio suficientemente organizado, para que elas também se organizem; e, sobretudo, ao falar com as crianças, sobre as atividades que serão realizadas, que o faça de uma forma clara e objetiva.

As atividades devem ser organizadas buscando equilibrar os momentos de maior concentração e pouco movimento físico com aqueles mais agitados, em que as crianças se movimentam mais livremente. Se não, estaremos contribuindo para que as crianças fiquem desatentas, irritadiças, bagunceiras.

Trabalhar as regras com as crianças é muito importante para o desenvolvimento das atividades, pois será no contato com elas que as crianças poderão se orientar e saber como deverão agir nos mais variados momentos de sua rotina.

Montar atividades diárias, como “conversas em roda”, pode ser muito interessante. Com atividades em roda, pode-se estabelecer, junto com as crianças, regras necessárias em jogos e brincadeiras, assim como a vez de cada um falar, os momentos de sentar ou levantar e outros convenientes procedimentos.

Participando das construções das regras, as crianças aprendem a fazer parte do grupo, desenvolvendo, ao mesmo tempo, sua autonomia. Porém, é necessário que o educador tenha claro para si os limites que deseja estabelecer e que ele seja franco com a criança, explicando porque algo pode, ou não, ser feito.

No entanto, respeitar o que é combinado pode ser um exercício difícil, tanto para a criança quanto para o adulto. Para as crianças, a dificuldade pode ser até maior; pois, muitas vezes, ela está tentando obedecer o adulto, ao mesmo tempo em que está tentando entender porque aquilo não pode ser feito. Não podemos perder de vista que a criança ainda está desenvolvendo a habilidade de entender e respeitar regras de convivência social. Por isso, muitas vezes o educador terá de lembrá-la do que foi acordado.

Trabalhar regras com as crianças é um exercício demorado, que demanda paciência, constância e tenacidade. É claro que, muitas vezes, o educador terá de voltar ao assunto das regras com o grupo (assim como acontece com a educação de práticas de higiene ou com a educação alimentar). Este aprendizado será construído no dia-a-dia da relação aluno/professor. É através desse exercício que a criança entenderá que a regra serve para estabelecer os direitos e os deveres de cada um, não se reduzindo, apenas, em mera proibição.

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