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DESIDRATAÇÃO: Como identificar

Num país de clima tropical como o nosso, o calor, sem dúvida, é um fator importante a se considerar, quando pensamos na saúde da população.

O calor facilita o surgimento da chamada "doença de verão": a Desidratação. A atenção de todos deve ser no sentido de se manter tanto a alimentação quanto a oferta de líquidos balanceados, objetivando-se evitar a instalação desse quadro.

Toda vez que ocorre perda repentina de água e sais minerais por parte do organismo este apresenta sinais característicos, ressentindo-se bastante. Essa perda pode ocorrer de forma natural, através do simples suor, como também através de distúrbios mais sérios, como diarréia e vômitos. Em ambos os casos é imprescindível devolver a quantia de líquido perdida, para não alterar o equilíbrio interno tornado desidratado. A desidratação é a eliminação de líquidos em grandes quantidades, e de maneira anormal, pelo organismo, sem que haja uma reposição do que foi perdido.

Apesar dessa denominação de "doença de verão", a desidratação, no entanto, não está limitada aos meses de calor, podendo ocorrer no frio, ficando sua manifestação mais intensa se existirem outras intercorrências como pneumonia, queimaduras extensas pelo corpo, infecções intestinais graves, entre outras. No verão as condições ambientais já favorecem as diarréias e vômitos, não só pela exposição do próprio corpo ao sol, como da comida a ser preparada na própria cozinha.

No organismo infantil (principalmente nos recém-nascidos), a água ocupa um grande percentual, razão pela qual um desequilíbrio é mais sério de que para um adulto. Portanto, quanto maior a perda, mais séria a doença, que pode ser dividida em graus, classificação essa feita em função da gravidade (percentagem de perda de peso).

Finalmente, como uma primeira medida, deve-se aumentar a ingestão de líquidos, por exemplo, soro caseiro (1 litro de água + duas colheres de sopa de açúcar + uma colher de café de sal), ou soluções hidratantes já preparadas e comercializadas, preferencialmente um pequeno volume várias vezes ao dia. A alimentação deve ser balanceada, e, por último, em caso de persistência ou de maior gravidade, deve-se procurar prontamente um serviço de saúde, alcançando prevenção efetiva.

Os principais sinais da desidratação são :

1 - Perda de peso --> pode ocorrer em apenas algumas horas
ou dias;
2 - Sede --> geralmente é o primeiro sinal. Deve-se Ter atenção para o choro dos bebês, que pode ser a expressão dessa sede;
3 - Olhos fundos --> sem brilho Þ pelo tecido ressecado;
4 - Boca seca --> produção insuficiente de saliva pela pouca água;
5 - Pouca urina --> menor produção de urina pelo corpo para "economizar água";
6 - Moleira funda --> sinal útil para crianças menores que um ano e meio;
7 - Perda da elasticidade da pele --> ocorre pois a pele fica mais seca. Percebe-se esse sinal quando puxa-se a pele e ela volta lentamente ao normal;
8 - Alterações de comportamento, como apatia, prostração ou, até, agitação, irritabilidade e, em casos extremos o coma.

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