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DICAS URMES - ASSISTÊNCIA À CRECHE

CONVULSÃO FEBRIL

A convulsão febril é definida como uma crise convulsiva que surge no decorrer da febre.

É um quadro freqüente na infância. Calcula-se que cerca de 3 a 5% das crianças já fizeram este tipo de crise.

Para que uma crise convulsiva, na vigência da febre, possa ser considerada benigna é necessário afastar a possibilidade de patologias neurológicas.

As crises convulsivas benignas acometem crianças normais, predominantemente na faixa entre 3 e 5 anos e caracterizam-se por uma perda súbita da consciência, além de contratura muscular generalizada seguida de relaxamento e abalos musculares. Cessados os abalos a recuperação da consciência pode ocorrer imediatamente ou horas após a crise.

Essas crises duram em média menos que 10 minutos e ocorrem nas primeiras horas da febre, que geralmente está acima de 38,5°C, embora possa durar mais e ocorrer com temperaturas mais baixas.

Têm um bom prognóstico e desaparecem após os 5 anos de idade.

De um modo geral a convulsão causa grande ansiedade em quem assiste, mas manter a calma é fundamental, para o bem estar da criança.

O que fazer diante de qualquer convulsão?

  • Deitar a criança com a cabeça virada para o lado (permitindo a drenagem de saliva e vômitos);
  • Manter sob vigilância no solo;
  • Proteger contra objetos duros, ásperos ou pontiagudos;
  • Encaminhar ao Pronto Socorro;

Atenção:

  • Em crianças suscetíveis, o que vai realmente prevenir a convulsão é o combate à febre.
  • Algumas crianças apresentam recorrências, por isso, deve-se mantê-las em local seguro até o término da crise, evitando-se assim traumas físicos.

É importante o acompanhamento dessas crianças pelo pediatra, pois cabe a ele orientar a conduta a ser tomada em cada caso.

Dra. Silvia Camara
Coord. Centro de Estudos - URMES



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