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DICAS URMES - ASSISTÊNCIA À CRECHE

REFLUXO GASTROESOFÁGICO (RGE)

O refluxo gastroesofágico (RGE) é o retorno dos alimentos e outras substâncias do estômago para o esôfago.
O RGE pode ser fisiológico, manifestado por repetidas regurgitações ( o leite reflui, isto é volta sem ser coalhado), algumas vezes associadas a vômitos, não trazendo danos ou desconforto à criança. Metade dos recém-nascidos apresenta RGE, mais freqüente nos 4 primeiros meses de vida, e que desaparece na grande maioria das crianças até os 12 ou 18 meses de idade. Embora cause ansiedade nos pais, a regurgitação não significa doença, e o bebê ganha peso normalmente.

O RGE patológico é acompanhado por outras manifestações clínicas, com intensidades variáveis, como dor, irritabilidade, falta de ganho de peso, anemia, alterações respiratórias (tosse, “chiado”), etc.
A criança com sinais e sintomas de RGE deve ser avaliada por seu pediatra assistente, que poderá investigá-la através de exames complementares, e se necessário, instituir tratamento específico.

Alguns cuidados gerais são importantes para as crianças que com RGE:

  • evitar uso de roupas apertadas para não exercer pressão sobre a barriga;
  • evitar manobras bruscas para a troca de fraldas, com elevação excessiva e abrupta das pernas;
  • permanecer com a criança no colo até ela arrotar e evitar de ficar chacoalhando a criança após as mamadas;
  • manter a criança com tronco elevado o maior tempo possível, no bebê conforto, por exemplo;
  • elevar a cabeceira do berço, colocando suporte de mais ou menos 30 cm sob os pés do mesmo;
  • ao deitar o bebê, preferir colocá-lo de lado.

O pediatra orientará sobre cuidados com a alimentação como:

  • as crianças amamentadas ao seio, devem continuar recebendo leite materno. Recomenda-se que a mãe ofereça o peito com mais frequência;
  • as crianças em uso de outras dietas devem receber as refeições em maior número de vezes e menores volumes, particularmente os líquidos;
  • os alimentos, especialmente as fórmulas lácteas, devem ser espessadas, dando-se preferência as formas lácteas espessadas industrialmente (melhor do que a adição doméstica de farinhas);
  • evitar alimentos gordurosos, chocolates, menta, bebidas cafeinadas e gaseificadas;
  • evitar alimentos ácidos quando causam desconforto às crianças.

 

    Dra. Silvia Camara
    Coord. Centro de Estudos - URMES

 

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