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DICAS URMES - ASSISTÊNCIA À CRECHE

CONTROLE DE DOENÇAS INFECCIOSAS

Uma das maiores preocupações do Departamento de Creches da URMES é a de possibilitar que a creche venha a oferecer às suas crianças um ambiente sadio. Para tanto, nossa atuação se dá, sempre, através de medidas preventivas, para que se elimine a proliferação de doenças infecciosas. Infelizmente, muitas vezes, para isso, o afastamento da criança doente se faz necessário. Sabemos dos transtornos que essa providência traz às famílias e, por isso, reforçamos a importância de agirmos em tempo hábil.

A seguir, algumas recomendações:
1) A criança doente não deve ir à creche:

  • A doença impede que a criança participe, confortavelmente, das atividades desenvolvidas;
  • A doença resulta em maior necessidade de cuidados, o que sua equipe não pode proporcionar sem comprometer a saúde e segurança das outras crianças;

2) Febre, letargia incomum, irritabilidade, choro persistente, dificuldade em respirar, ou outros sinais de possível doença, indicam que a criança deve ficar em casa;

3) Os sintomas abaixo relacionados são sinais de possível doença infecciosa e de fácil propagação.
Nesses casos, a criança não poderá frequentar a creche:

  • Diarréia (definida como aumento no número das evacuações, comparando com o padrão normal da criança, com fezes líquidas e/ou semilíquidas) que não é contida pelas fraldas ou pelo uso do banheiro;
  • Vômitos, duas ou mais vezes nas últimas 24 horas (a menos que seja determinado como devido a uma condição não-contagiosa e que a criança não corra o risco de desidratação);
  • Lesões na boca, associadas a uma incapacidade da criança de controlar a saliva;
  • Exantema (pintinhas no corpo) com febre ou alteração de comportamento;
  • Febre, associada ou não a um quadro catarral;

4) Algumas doenças comuns e que indicam o afastamento temporário da criança:

  • Conjutivite purulenta (definida como conjutiva rosa ou vermelha, com secreção branca ou amarela nos olhos - em geral com pálbebras grudadas ao acordar, dor ocular e vermelhidão das pálpebras ou da pele que circunda os olhos;
  • Impetigo (lesões de pela infeccionadas), até 24 horas após o início do tratamento com antibiótico ou após cicatrização das lesões;
  • Faringite ou amigdalite, até 24 horas após o tratamento com antibiótico ser iniciado e até que a criança não tenha febre por 24 horas;
  • Varicela (catapora), até que todas as lesões tiverem secado e formado crosta;
  • Coqueluche, até que 5 dias de antibióticoterapia adequada sejam completados (curso total do tratamento é de 14 dias);
  • Parodite (caxumba), até regressão da inflamação das parótidas.
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